domingo, 24 de março de 2013

Curso online com certificado grátis, SINASE, ECA, Normativas de Defesa Integral da Criança e do Adolescente






Este curso trata de uma breve introdução sobre o Estatuto da Criança e Adolescente, embora seja um curso introdutório, leva ao aluno de uma forma direta e simplificada o conhecimento necessário sobre os assunto citado.
O curso online grátis Introdução ao ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente pode ser feito via internet, sem mensalidades ou taxas extras. Este curso online é gratuito e possui carga horária estimada em 120 horas e poderá ser realizado pelo aluno em um prazo máximo de 180 dias de acesso ao conteúdo. Ao final do curso o aluno receberá umcertificado gratuito de conclusão, disponível para download em PDF, sem a necessidade de avaliação final.
Carga horária: 120 horas, com início imediato
Inscrições:
Curso online                        Introdução ao ECA - Estatuto da Criança e do dolescente
Preço                                   Curso gratuito, sem custos
Professor                             Emanuel Lopes de Paula
Duração estimada               120 horas
Tempo para acesso             180 dias




ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente

ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente

Curso voltado para o estudo do Estatuto da Criança e do Adolescente, especialmente no que diz respeito à proteção dos direitos dos adolescentes em conflito com a lei.
Carga horária: 100 horas, com início imediato
          





Curso onlineECA - Estatuto da Criança e do adolescente
PreçoCurso gratuito, sem custos
ProfessorDanielle Rinaldi Barbosa
Duração estimada100 horas
Tempo para acesso60 dias
Inscrições:
https://www.learncafe.com/cursos/eca


             



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Introdução ao SINASE - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo




 

Introdução ao SINASE - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo

Muitas pessoas nunca ouviram falar sobre o assunto, outras já ouviram mas não entendem. Introdução ao Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo, uma breve análise sobre o assunto!
Carga horária: 180 horas, com início imediato
Curso online       Introdução ao SINASE - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo
Preço           Curso gratuito, sem custos
Professor            Emanuel Lopes de Paula
Duração estimada            180 horas
Tempo para acesso                  180 dias
Inscrições:
     

Normativas de Defesa Integral da Criança e do Adolescente

Normativas de Defesa Integral da Criança e do Adolescente

Neste curso estaremos analisando as normativas de defesa integral da criança e do adolescente, muitas destas desconhecidas ou pouco conhecidas, porém seu conhecimento é de grande importância para quem atua com crianças e adolescentes.
O curso online grátis Normativas de Defesa Integral da Criança e do Adolescente pode ser feito via internet, sem inscrição, mensalidades ou taxas extras. Este curso online é gratuito e possui carga horária estimada em 100 horas e poderá ser realizado pelo aluno em um prazo máximo de 180 dias de acesso ao conteúdo. Ao final do curso o aluno receberá um certificado gratuito de conclusão, disponível para download em PDF, sem a necessidade de avaliação final.
Carga horária: 100 horas, com início imediato
Curso onlineNormativas de Defesa Integral da Criança e do Adolescente
PreçoCurso gratuito, sem custos
ProfessorEmanuel Lopes de Paula
Duração estimada100 horas
Tempo para acesso180 dias
Inscrições:

Fonte: http://www.learncafe.com/cursos-online/direito?&type=free

quinta-feira, 14 de março de 2013


FÓRUM GRITA BAIXADA
CONVOCA À:

CAMINHADA ECUMENICA PELA PAZ E A SEGURANÇA

As Entidades que compõe o Fórum Grita Baixada, incluindo as Dioceses de Nova Iguaçu e Duque de Caxias, preocupadas com a insegurança e o aumento da violência nos Municípios da Baixada Fluminense, cumprimentando-o/a, vimos por meio da presente, convidá-lo/a para participar na CAMINHADA ECUMENICA PELA PAZ E A SEGURANÇA, que será realizada no sábado dia 6  abril de 2013.
O objetivo desta Caminhada é a de sensibilizar a população sobre a grave situação de violência que afeta nossa Baixada, e chamar a atenção das autoridades competentes sobre o aumento da violência e a urgência de uma Política de Segurança Pública específica para nossa região, assim como solidarizar-nos com todas as famílias que perderam um ente querido vítima dessa violência.
“Sozinhos somos fracos, mas unidos somos fortes” Não deixe que o luto e a dor bata à sua porta para poder lutar por uma paz com justiça social. PARTICIPE! Só assim poderemos fazer uma OUTRA BAIXADA POSSIVEL.

“O que fizeres por um desses pequeninos/as - que foram, e podem ser, vítimas da violência -  é por mim que o fizestes”.

Dia: sábado 6 de abril
Horário: 8h - concentração e abertura na Vila Olímpica de Nova Iguaçu (Dom Luciano)
Endereço: Rua Professor Paris, s/n – Centro – Nova Iguaçu
Saída e trajeto: 8:30h - caminhada  paralela à linha do trem, concluindo ao meio dia, com  Celebração Ecumênica na Praça Telemar em Mesquita


Recomendações/solicitação:
1.     Envie-nos, se possível, nomes de pessoas vítimas da violência.
2.     Vistam camiseta ou blusa branca
3.     Levem lenços coloridos
4.     Cada Município leve um símbolo que represente paz para a procissão de ofertas
5.     Pode haver expressões livres: faixas, fotos, cartazes, etc.
6.     Levem água, chapéu, sobrinha, boné, etc.

quinta-feira, 7 de março de 2013

CURSO PARA CONSELHEIROS TUTELARES.

Data abertura: 5 de abril de 2013


Horário: 9:00 da manhã

Local: Centro de Formação (CENFOR

Endereço: Rua Doma Adriano Hypólito, 8 – Moquetá

Ao lado do SESC de Nova Iguaçu - perto da Dutra



Seminário de abertura: Panorama geral da situação dos direitos da criança e do adolescente. José Botelho 40’



Participantes da mesa:

1. Representante do Conselho de Direito (quem)

1. Conselheiro tutelar (experiências) (Silvia)

1. Delegacia infância e adolescência

1. Juizado da Vara da Infância (Francisco)

1. Ministério público (Quem)

1. Diretor de escola (Edileusa)

1. Centro de Direitos Humanos (Dr Joacyr)

1. Defensoria pública (Dr. Antônio Carlos)



MÓDULO 1:



1.1. Estatuto da Criança e do Adolescente (artigos importantes); Conselho Tutelar:

organização, funcionamento, atribuições.



1.2 Medidas de proteção; O ato infracional e as Medidas sócio-educativas; Medidas sócio-jurídicas e administrativas



1.3 Atribuições de papéis: Poder Público, Ministério Público, Juiz da Infância e da

Juventude, Segurança Pública, Sociedade Civil.



1.4. Estudo de caso



MÓDULO 2:



2.1. Violências (doméstica e maus tratos) e Exploração Sexual da criança e adolescente;

2.2. Família: direitos e deveres; Erradicação do trabalho infantil e proteção do

adolescente no trabalho

2.3. Criança e adolescente: violência nas escolas (drogas, gangs),

2.4. Mecanismos e órgãos de proteção para a Infância e Adolescência; estudo de caso



MÓDULO 3:



3.1. Conselho dos Direito: organização, funcionamento, atribuições e responsabilidades

dos Conselheiros.

3.2. Políticas Públicas e Políticas Sociais básicas; Políticas de atendimento

3.3. Orçamento Público e atribuições do Poder Legislativo; Fundo para Infância

3.4. Estudo de caso.



Encerramento: Trabalho em rede; Entrega de certificados; coquetel.

OBSV. A proposta é que seja das 9h as 11:30, uma vez por semana,

CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS


EMERJ – FÓRUNS PERMANENTES

CONVITE

A Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro - EMERJ e a Presidente do Fórum Permanente de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero, Drª Adriana Ramos de Mello, CONVIDAM os Magistrados, Promotores de Justiça, Procuradores do Estado e do Município, Defensores Públicos, Advogados, Estagiários da EMERJ, servidores e demais interessados para a XX Reunião, cujo tema é “A Evolução da Participação Feminina na Vida Pública” a realizar-se no dia 8 de março de 2013, das 09:00 às 12:00 horas, no Auditório Antonio Carlos Amorim, sito na Av. Erasmo Braga, 115/ 4º andar,– Palácio da Justiça, – Centro, RJ, conforme a programação abaixo:

"A EVOLUÇÃO DA PARTICIPAÇÃO FEMININA NA VIDA PÚBLICA"

9:00h

Abertura:

Dra. Adriana Ramos de Mello

Juíza de Direito TJ/RJ e Presidente do Fórum Permanente

Palestrante:

Des. Leila Mariano

Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro

Serão concedidas horas de estágio pela OAB/RJ.

Poderão ser concedidas horas de atividade de capacitação pela Escola de Administração Judiciária aos serventuários que participarem do evento (de acordo com a Resolução nº 17/2006, art.4º, inciso II e § 3º, incisos I, II e III do Conselho da Magistratura).

Informações: telefones 3133-3380 / 3133-3369

Inscrições: Exclusivas pelo site da EMERJ - www.emerj.tjrj.jus.br

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Estão abertas as inscrições para a
 QUINTA edição do curso SUPERA.
BEM VINDO AO SUPERA!
O curso SUPERA é promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) do Ministério da Justiça (MJ), oferecido gratuitamente por meio da parceria com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e executado na modalidade de Educação a Distância (EaD) pelas equipes da Unidade de Dependência de Drogas (UDED) do Departamento de Psicobiologia da UNIFESP e do Departamento de Informática em Saúde (DIS).
O curso SUPERA (Sistema para detecção do Uso abusivo e dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve, Reinserção social e Acompanhamento) foi cuidadosamente elaborado por profissionais com grande experiência nas áreas de política sobre drogas, prevenção do uso e tratamento da dependência de crack, álcool e outras drogas.
Esta capacitação oferecerá dez mil vagas para profissionais das áreas de saúde e assistência social e é parte integrante do programa “Crack, é possível vencer”, que prevê, entre outras ações, ampla capacitação de profissionais das áreas de saúde, assistência social, justiça, segurança pública, conselheiros, educação lideranças comunitárias e religiosas.
Este curso tem carga horária de 120 horas/aula e os alunos que o concluírem receberão um certificado de extensão universitária registrado pela pró-reitoria de extensão da UNIFESP, juntamente com um kit de instrumentos para detecção do uso de crack, álcool e outras drogas.
As inscrições estarão abertas (somente on line) no período de 26 de dezembro de 2012 a 24 de fevereiro de 2013.
As datas de início do curso serão divulgadas após o período de seleção dos alunos, os quais receberão um e-mail com o resultado da seleção. Utilize e-mail válido, pois será através dele que você receberá as orientações dos próximos passos.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Jorgeconselheiro agora no C.M.Educação de Mesquita.

GABINETE DO PREFEITO


DECRETO Nº 1158 DE 26 DE OUTUBRO DE 2012

Dispõe sobre a nova composição do
Conselho de Educação do Município de Mesquita e
dá outras providências.


O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE MESQUITA, no uso de suas atribuições legais, de acordo com a Lei
Municipal nº 726, de 30 de março de 2012 e observando o resultado do processo eleitoral convocado pela
Resolução/CME nº 002/2012, D E C R E T A:

Art. 1º - Ficam designados para integrarem o Conselho Municipal de Educação para mandato 2012/2015 os seguintes membros:

MEMBROS GOVERNAMENTAIS

TITULARES:

Flávio Lima de Mesquita
Alseni Pereira da Silva
Dora Maria Couto Marques Cardoso
Inês Pereira Gomes de Oliveira
Rosa Malena Penco Ferreira Zanelato
Andréia Maria Batista Prado

SUPLENTES:

Luciana Ferreira Melo Silva
Eliane das Graças Risperi Rocha
Andréa Silveira Dutra
Carla Pereira Ribeiro
Elisangela Bernardes do Nascimento
Sueli Encarnação Francisca

MEMBROS NÃO GOVERNAMENTAIS

Representante dos pais de alunos da Rede Pública Municipal de Ensino:
Titular: Jorge Jaime Melo dos Santos
Suplente: Maria da Conceição Martins da Fonseca

Representante dos alunos da Rede Pública Municipal de Ensino:
Titular: Selma Duarte de Andrade
Suplente: Célia Maria dos Santos Lima

Representantes de instituições privadas de educação infantil estabelecidas no Município:
Titular: Antonio Monteiro da Silva
Suplente: Kátia Olindo de Castro

Representantes dos trabalhadores das creches comunitárias conveniadas com o Município:
Titular: Wagner de Araújo Machado
Suplente: Adriana dos Santos Modesto Machado

Representante dos trabalhadores da Rede Privada de Educação:
Titular: Eliane Freire de Castro
Suplente: Gilberto Pereira Lins Filho

Representante dos profissionais da educação da Rede Pública Municipal de Ensino de Mesquita:
Titular: Bruno Ribeiro Pena
Suplente: Fernanda Silva Lemgruber

Representante do Conselho Tutelar de Mesquita:
Titular: Nilo Roberto de Almeida
Suplente: Josias Barcelos Pereira

Art. 2º – Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Mesquita, RJ, 26 de outubro de 2012.


ARTUR MESSIAS
 Prefeito

Publicado por: Reinaldo dos Santos

Código Identificador: 3440F3B2
Matéria publicada no dia 29/10/2012.
A verificação de autenticidade da matéria pode ser feita informando o código
identificador no site: http://www.diariomunicipal.com.br/aemerj/ 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012



A ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E A PRESIDENTE DO FÓRUM PERMANENTE DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DA JUSTIÇA TERAPÊUTICA, JUÍZA IVONE FERREIRA CAETANO, CONVIDAM PARA SEMINÁRIO:




TEMA: PEDOFILIA E PROSTITUIÇÃO INFANTIL



-DATA: 29 DE OUTUBRO DE 2012

-HORÁRIO: DAS 8.30 ÀS 17.30

-LOCAL: AUDITÓRIO ANTONIO CARLOS AMORIM – TJERJ

(Avenida Erasmo Braga, 115 – 4º andar – Centro)



-INFORMAÇÕES: 3133-3369 / 3380



-INSCRIÇÕES: SOMENTE PELO SITE: www.emerj.tjrj.jus.br

(EVENTO GRATUITO COM CERTIFICADO OPCIONAL E PAGO)

terça-feira, 2 de outubro de 2012






REUNIÃO DE ARTICULAÇÃO DAS ENTIDADES SOCIAIS DA BAIXADA FLUMINENSE


POR UMA SEGURANÇA PÚBLICA QUE CONTEMPLE IGUALMENTE TODOS OS MUNICIPIOS DO RJ



CARTA-CONVITE



Nova Iguaçu, 24 de setembro de 2012



Prezados/as companheiros/as

Entidades sociais da Baixada Fluminense



Temos a grata honra de convidar todas as organizações sociais, instituições públicas e privadas, a participarem da reunião de articulação a nível da Baixada Fluminense, a fim de buscar, juntos, estratégias de combate e prevenção da violência que atinge nossos Municípios.

Os tristes acontecimentos de violência que ceifaram a vida de 10 jovens, nos dias 8 e 9 de setembro, reforçou a necessidade de antecipar uma reunião de articulação para a posta em prática de um dos encaminhamentos resultantes das três audiências públicas que realizamos nos dias 25 de junho de 2012, 5 de julho de 2012 e 25 de agosto de 2012, sobre a questão da insegurança e violência na Baixada. Nossa proposta é de articular um Foro Permanente de discussão e busca de estratégias e ações que contribuam para minimizar a violência que nos atinge, e para cobrar das autoridades competentes políticas públicas que contemplem nossa região. Não podemos esperar que ocorram mais chacinas para que reajamos como entidades que lutam pela garantia e efetivação dos direitos humanos e pela dignidade de toda a população da Baixada

“Separados somos fracos, mas unidos nos tornamos fortes. É por meio da fé no Deus da Vida e da nossa união que poderemos alcançar dias melhores de Justiça, Paz e Fraternidade em nossa Baixada”.



DIA: Quarta feira 10 DE OUTUBRO

Horário: 09 HORAS

Local: Paróquia S. Sebastião

Rua Joaquim Máximo Soares, s/n – Olinda - Nilópolis



Comissão organizadora:

Prof. Percival Tavares da Silva (UFF), Prof. José Cláudio Alves (UFRRJ) e Irª: Yolanda Florentino (CDH)

domingo, 16 de setembro de 2012

E. M. Ernesto Che Guevara em desfile cívico. 2012


Pelotão da Bandeira é premio aos melhores alunos.


Homenagem a Luiz Gonzaga.


Alunos da Educação Infantil desfilaram caracterizados de nordestinos.


A esquerda a Diretora Karen, e a direita a Vice Diretora Luciana na Abertura do desfile.  


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

CAMINHADA E CELEBRAÇÃO ECUMENICA PELA PAZ E CONTRA A VIOLENCIA.

DIOCESE DE NOVA IGUAÇU REPUDIA CHACINAS DE MESQUITA E JAPERI E CONVIDA TODA A SOCIEDADE À CAMINHADA E CELEBRAÇÃO ECUMENICA PELA PAZ E CONTRA A VIOLENCIA.


A Diocese de Nova Iguaçu quer, por intermédio dessa carta, solidarizar-se com as famílias dos jovens assassinados nas duas chacinas ocorridas nos Municípios de Mesquita e Japeri, nos dia 8 e 9 de setembro, e repudiar fortemente mais esses atentados contra a vida dos jovens da Baixada Fluminense.

As medidas que o Estado vem adotando para combater a violência têm sido insuficientes, pois a problemática extrapola a questão da Segurança Pública, já que esta deve vir acompanhada de políticas sociais que beneficiem com especial atenção as áreas carentes de nossos Municípios.

As diversas manifestações de violência que atropelam a dignidade da nossa população demandam políticas públicas eficazes que contemplem o desenvolvimento integral da população e ofereçam oportunidades de superação sociocultural aos jovens das áreas populares dos Municípios da Baixada. Nossa população não agüenta mais continuar sendo vítima de atos de violência com requinte de crueldade por grupos de criminosos que apostam na impunidade e que se acham donos do destino das pessoas. E se pergunta, até quando vamos nos reunir para chorar as vítimas da violência na Baixada?

Como Diocese, reafirmamos nosso compromisso em favor da vida e da juventude que só quer viver com dignidade. Inspirados no princípio da paz com justiça, conforme os ensinamentos de Jesus e da Igreja, assumimos o desafio de colaborar com todos os esforços e iniciativas a favor da construção de uma cultura de paz e de respeito à vida.

Renovamos o compromisso com a dignidade humana e fortalecemos a esperança em uma sociedade mais fraterna e sem ódio onde todos tenham garantido o direito às mesmas oportunidades e a uma vida com dignidade.

Demandamos das autoridades competentes políticas de Estado que contemplem igualmente todos os Municípios do Estado do Rio de Janeiro, e a aplicação da justiça e a punição dos responsáveis desses crimes hediondos que atentam contra a vida de toda a população.

Nesse momento de revolta e dor, a Diocese de Nova Iguaçu convida as igrejas e todas as forças vivas da sociedade civil com suas autoridades a manifestarem nossa solidariedade às famílias dos jovens assassinados, e a repudiarem fortemente mais este ato de covardia, participando da CAMINHADA PELA PAZ com o lema: “Os Jovens querem viver”!

Dia: domingo, 16 de setembro de 2012

Horário: 15:00

Local: Concentração na Praça Senhor Canário, Rua Salgado Filho, Olinda, de onde partirá a caminhada pela mesma rua até o Gerisinó-Cabral, onde haverá uma celebração ecumênica.



Separados somos fracos, mas unidos nos tornamos fortes. È por meio da fé no Deus da Vida e da nossa união que poderemos alcançar dias melhores de Justiça, Paz e Fraternidade em nossa Baixada.



Dom Luciano Bergamin, Conselho Presbiteral, Comissão de Fé e Caridade e profissionais da UFRJ

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

II COLÓQUIO .

II COLÓQUIO SOBRE DIREITOS SEXUAIS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO MARCO DOS DIREITOS HUMANOS
Vimos através desta convidar Vsa. para participar do II Colóquio sobre Direitos Sexuais da Criança e do Adolescente no Marco dos Direitos Humanos. A finalidade do evento é discutir e apresentar recomendações sobre os direitos sexuais da criança e do adolescente no marco dos direitos humanos, considerando os aspectos em termos de ciclo de vida, conforme a Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas (1989), o Estatuto da Criança e do Adolescente (1990) e outras normas vigentes no país; criar parcerias e compromissos consubstanciados na produção do conhecimento através de pesquisas acadêmicas entre instituições públicas e privadas encarregadas da promoção dos direitos das crianças e dos adolescentes; estabelecer parcerias com os governos do Estado do Rio de Janeiro e dos Municípios da Baixada Fluminense, para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes no quadro dos megaeventos esportivos a serem realizados no Brasil, em 2014 e 2016, em especial no Rio de Janeiro.
O evento será realizado no período de 17 a 19 de setembro de 2012, das 10h ás 17h, e acontecerá no Campus Nova Iguaçu da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, na cidade de Nova Iguaçu, estado do Rio de Janeiro e as inscrições deverão ser realizadas através do site www.abmp.org.br, secretaria@abmp.org.br.
A equipe organizadora do II Colóquio, constituída por Cássia Maria Baptista de Oliveira (UFRRJ), Jonas Alves da Silva Junior (UFRRJ), Juliana Cristina Figueiredo Giron (ABMP), Ligia Cristina Ferreira Machado (UFRRJ), Maria America Ungaretti (ABMP), Otair Fernandes (UFRRJ), Rosana Batista Monteiro (UFRRJ).

Aproveitamos para solicitar divulgar para pessoas, profissionais, grupos e instituições que trabalham com crianças e adolescentes ou que tenham interesse na temática deste evento para que possam dele participar, enviando o material de divulgação em anexo.


Atenciosamente,


A Comissão Organizadora


Centro de Direitos Humanos

Dom Adriano Hypolito da Diocese de Nova Iguaçu

Tel. 21 2768-3822 telefax: 21 2767-1572

e-mail: cdh.ni@ig.com.br

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Prevenção de Acidentes com Crianças.




 Proteger quem a gente ama é muito importante, e por isso a CRIANÇA SEGURA
 desenvolveu um curso que vai ensinar a prevenir acidentes e proteger as
crianças de riscos como atropelamentos, sufocações, quedas, queimaduras e outros.


Sobre o Curso

• Realizado totalmente pela internet;

• Inclui atividades lúdicas para interação com a criança;

Este curso é destinado a:

Pais, avós, tios, babás e todos aqueles que cuidam de crianças e desejam aprender como prevenir acidentes.

Como participar?

Inscrições: até 16 de setembro

Início do curso: 26 de setembro

Carga horária: 24 horas

Vagas: 400

Clique aqui e inscreva-se agora para

participar deste curso.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Relatório em abrigos do Rio de Janeiro

Relatório constata encarceramento e dopação de crianças em abrigos da prefeitura do  Rio                          
Isolamento, medicalização descontrolada, falta de informações sobre resultados, orientação religiosa, confusão entre       saúde e assistência, violação de diretrizes dos Ministérios da Saúde e Desenvolvimento Social, regresso à lógica manicomial: política de recolhimento compulsório é colocada em xeque após visitas de fiscalização em abrigos da prefeitura geridos por ONG                                                                                                                                                                        
O 'Relatório de Visitas aos "Abrigos Especializados" para Crianças e Adolescentes', divulgado agora à tarde (sexta-feira, 13h30), traz conclusões preocupantes sobre a política de recolhimento compulsório da prefeitura do Rio de Janeiro e sobre a situação de meninos e meninas em situação de rua que estão sob a tutela do Estado (veja pequeno resumo abaixo). Produzido após a fiscalização de quatro abrigos localizados na zona oeste da cidade, o documento constatou o encarceramento e o uso descontrolado de medicamentos em crianças e adolescentes que supostamente seriam usuários de álcool e outras drogas, em especial o crack.                                                                                                                                             
                                                                                                                                                                   
                                                                                                                                                                   
As visitas de fiscalização foram realizadas em maio deste ano em quatro "abrigos especializados" localizados nos bairros de Campo Grande e Guaratiba. As unidades são geridas pela ONG Casa Espírita Tesloo, que é presidida por um policial militar reformado e questionada pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) por seus contratos com a prefeitura, que somam 67 milhões de reais somente na gestão de Eduardo Paes                                                                         
O relatório questiona a falta de dados e informações sobre os resultados dos tratamentos e aponta para violações de diretrizes dos Ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social, evidenciadas no isolamento das crianças e adolescentes e na orientação religiosa das metodologias aplicadas. As entidades que participaram das fiscalizações alertam para o regresso à lógica manicomial de internação no Rio de Janeiro e para uma "confusão deliberada entre Saúde e Assistência", uma vez que os abrigos são de responsabilidade da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), mas que por vezes assumem características de clínicas de internação para usuários de drogas.                                                                                      
Participaram das visitas e da elaboração do relatório os conselhos regionais de Psicologia e Serviço Social, o Núcleo de Direitos Humanos da PUC-Rio, o Grupo Tortura Nunca Mais e a ONG Projeto Legal, além da Comissão de Direitos Humanos e de organismos de prevenção e combate à tortura da ALERJ. Veja mais abaixo um resumo do conteúdo do documento.                                                                                                                                                                                                     
                                                                                                                                                                                                                          
RESUMO DO RELATÓRIOIsolamento e encarceramentoA privação do contato e do convívio familiar e comunitário foi o primeiro aspecto que chamou a atenção da equipe de fiscalização. Os abrigos estão localizados em endereços de difícil acesso e a própria equipe de fiscalização relatou dificuldades para encontrar os estabelecimentos, que recebem crianças e adolescentes recolhidas compulsoriamente em diversas áreas da cidade, a até 60 km de distância do local.                                
Para piorar, há uma limitação para contato telefônico com a família que varia entre apenas um ou dois dias por semana, dependendo do abrigo, bem como apenas um ou dois dias para visitação. As crianças e adolescentes passam o dia inteiro no abrigo, com raríssimas atividades externas, e ficam proibidos até mesmo de ir à escola.                                                             
Medicalização descontrolada                                                                                                                                                                      
O relatório constatou a "medicalização diária e generalizada de seus abrigados" nas quatro instituições vistoriadas. As equipes foram informadas que os garotos abrigados tomam, por padrão, quatro tipos diferentes de medicamentos diariamente, além de injeções compostas por Haldol e Fenergan (os chamados 'SOS' ou 'Sossega Leão'), caracterizando a prática recorrente de contenção química das crianças e adolescentes. Além disso, constatou-se que os mesmos medicamentos são usados na mesma dosagem em meninos de diferentes idades e complexões físicas, sem que tampouco sejam levados em conta aspectos psicológicos e socioculturais.                                                                                                         
Falta de dados e informação                                                                                                                                                                        
Há falta de dados e de informação consolidada sobre os efeitos do tratamento. Não há relatórios sobre a evolução clínica dos garotos e garotas. A única clareza que se teve, através de relatos de funcionários, é que o número de reincidências no tratamento é altíssimo. Relatos dão conta de crianças que foram recolhidas compulsoriamente por até três vezes em um curto espaço de tempo, bem como de crianças que ficam três meses em um dos estabelecimentos (tempo máximo de permanência) e que, em seguida, são transferidos para outro da mesma organização gestora, sem que para isso haja avaliação e justificativas técnicas.                                                                                                                                                              
'Internação' ou 'abrigamento'?                                                                                                                                                                  
A partir destes fatos e das entrevistas realizadas com gestores e funcionários, a conclusão do relatório é a de que existe na política da prefeitura uma "confusão deliberada" entre 'internação' e 'abrigamento', isto é, entre tratamento clínico para usuários de álcool e outras drogas e assistência social. "Esses 'abrigos especializados' são registrados nos órgãos e conselhos de assistência, e não naqueles de saúde. No entanto, há uma sobreposição do tratamento à dependência química em relação ao acolhimento socioassistencial", diz o texto do documento, que afirma que "isso parece ser confuso inclusive para os trabalhadores desses locais A volta do modelo manicomialPara Alice De Marchi, psicóloga do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro, que participou das fiscalizações e da elaboração do relatório, a concentração destes diferentes aspectos em um único equipamento representa um retrocesso nas políticas de Assistência Social e de Saúde Mental: "Essa é a própria lógica da instituição total, encontrada em manicômios, na antiga FEBEM, em presídios", afirma, destacando também o caráter de privação de liberdade encontrado nos estabelecimentos que foram fiscalizados. "A política de recolhimento compulsório flerta perigosamente com o modelo manicomial de institucionalização e exclusão do convívio social", reforça.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       

A psicóloga explica que as diretrizes das políticas de saúde e assistência já apontam para o fortalecimento de uma rede composta por diversos estabelecimentos e equipamentos intersetoriais, multidisciplinares e articulados entre si. "Estamos falando dos CRAS e CREAS, dos CAPS, CAPS AD e CAPSIs, das unidades de acolhimento, dos consultórios de rua, dos abrigos, casas de passagem e repúblicas, dos programas de família acolhedora, de Saúde da Família, de Agentes Comunitários de Saúde, dos ambulatórios de hospitais, entre outros projetos, serviços e equipamentos que já existem e que foram desenvolvidos e aprimorados no âmbito das conferências nacionais de saúde, saúde mental e assistência, fóruns competentes para a proposição de políticas públicas para a área".                                                                                         

Segundo as entidades, devido à resolução no. 20 da Secretaria Municipal de Assistência Social, que instituiu o recolhimento compulsório, em maio de 2011, estes equipamentos têm sido negligenciados no tratamento a usuários de álcool e outras drogas e na assistência à população em situação de rua no Rio de Janeiro, em claro descumprimento de diretrizes de políticas do Ministério da Saúde (MS) e do Ministério de Desenvolvimentos Social (MDS) – como é o caso, por exemplo, da Política para a Atenção Integral a Usuários de Álcool e Outras Drogas e das portarias 224/1992 e 336/2002, do Ministério da Saúde. "O município do Rio de Janeiro possui apenas três CAPS AD e cinco CAPSIS. A prefeitura não encara a questão das drogas como questão de saúde pública, e a rede existente não consegue dar conta da demanda", diz Alice, cobrando investimentos e incentivos.                                                                                                                                                          

Violação da Deliberação 763/2009, da Constituição e do ECA                                                                                                                  

A Defensoria Pública já entrou com ação em 2011 questionando a legalidade da Resolução no. 20 e pedindo o cumprimento da Deliberação 763/2009, emitida pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), órgão vinculado à própria SMAS, que institui a Política Municipal de Atendimento a Crianças e Adolescentes em Situação de Rua, estabelecendo "diretrizes baseadas na intersetorialidade das Políticas Públicas" e resgatando uma série de marcos legais que devem reger as políticas de assistência a crianças e adolescentes. As entidades questionam o fato de a Resolução no. 20 afrontar não apenas a Deliberação 763, mas também a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), especificamente no artigo 11                                                                                                                                 

Fonte:   http://www.cressrj.org.br/2noticias_res.php?recordID=1329